quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Voltei! E vamos agora para Arraial!

Gente, depois de um longo e tenebroso inverno, no qual eu não tinha condições de postar, voltei à minha casa e retomei a vontade de preencher esse blog com minhas histórias...
Hoje, vou falar de Arraial d'Ajuda. É uma cidade na Bahia, próxima a Porto Seguro, fica separada somente por uma balsa e uns dez quilômetros de estrada. Mas a proximidade só fica na parte física mesmo. Arraial é totalmente diferente de Porto Seguro. Em Arraial, as ruas são de terra, e a cidade tem dezenas de lojinhas muito transadas. Os bares, localizados em becos, como o Beco das Cores, também são todos estilosos, um estilo rústico chique. O povo de Arraial é mais alternativo, bem diferente do estilo axemeurei de Porto Seguro.
Nat, Aninha, Julio e eu em Arraial, há teeeeempos atrás.Eu já fui para Arraial tantas vezes que nem me lembro. Já aproveitei muito a noite de Arraial, se bem que nunca fui tão da noite assim: a galera em Arraial sai para a balada lá pra meia-noite. Tem umas festas muito loucas na praia, a maioria no Parracho. Inclusive, ficava no Parracho, bem em frente à praia, a última pousada em que fiquei, numa viagem totalmente família. Essa última vez, fomos eu, Bruno e os meninos, Léo tinha uns 7 meses apenas. E resolvemos ficar no Parracho, porque eu ainda não falei, mas Arraial fica em cima de uma falésia. A vista é linda, mas descer para a praia todo dia é uma ginástica.
PAUSA - Teve uma vez em que eu fui com a Aninha, e choveu a semana toda e fez frio (não vá em julho, a Bahia é fria em julho, pode acreditar!). Resolvemos descer para a praia mesmo assim, mas tinha tanta lama na estradinha que minha chinela afundou e eu fiquei presa. Vinha subindo um carro, também derrapando na lama, que quando me viu parada no meio da estrada, não teve outra opção senão sair descendo, escorregando de costas. Isso é Arraial em julho.

Eu, Aninha e a vista de cima de Arraial - dá pra ver Porto Seguro
DESPAUSA - Voltando à história da falésia... imagina descer para a praia carregando menino e tralha de menino? E depois subir isso tudo? Então, resolvemos ficar um pouco afastados do centrinho, e ficamos na famosa praia do Parracho, numa pousada deliciosa chamada Saint-Tropez.

Arthur olhando o mar da cerca da pousada Saint-Tropez
Léo se divertindo na pousada.

Eu e Léo. Bruno, Léo e Arthur no centrinho de Arraial
A pousada era muito boa, com piscina fantástica e área de lazer enorme. Nosso quarto tinha uma salinha e varanda, e além de tudo tinha um restaurante delicioso. A praia em frente era muito boa também. Daí, uma hora eu estava passeando pela pousada, vi um lugar que me deu uma sensação de deja-vú. Eu fiquei pensando: já estive aqui... E não é que tinha estado mesmo? Há centos anos atrás eu fui numa festa ali, chamava Buraco Louco (imagina que loucura), e nossa pousada ainda guarda as ruínas desse lugar. Removi a história do fundo do baú da memória, porque nunca mais tinha me lembrado nem daquela festa e nem daquele lugar.
Uma coisa que eu gosto de fazer quando vou para Arraial é caminhar pela praia até Trancoso. É uma caminhada linda, de uns 10km, emoldurada pelas falésias, tem um riozinho com uma pousada no meio para descansar. Delícia total. Chegando em Trancoso, é só aproveitar aquela praia deliciosa e pegar um busu para voltar para Arraial. Ou então encarar o caminho de volta a pé... Aí embaixo, o caminho entre Arraial e Trancoso.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Contribuições de uma baiana-alemã

A Bia é uma super amiga virtual que se tornou real no ano passado. Ela é baiana mas mora há anos na Alemanha. A gente se conhecia por blog, e ano passado, quando fomos para Frankfurt, nos encontramos. Saímos para jantar com a família dela, numa noite super agradável. E a Bia resolveu nos brindar, aqui no blog, com histórias dela, de seu marido Gilles e de seu filho fofo Yann. As palavras a seguir são conselhos de Bia sobre um lugar que ela adora. As fotos são de propriedade de Gilles Despas, sendo proibida sua cópia.

"Querida Adriana, Vou falar aqui de um lugar mágico para onde vamos freqüentemente (tipo o mesmo amor que vcs têm por Angostura, onde vão sempre). Estou falando de Bregenz, às margens do Lago Constância, na Áustria.
O Lago de Constância banha três países: Austria, Alemanha e Suíça. Existe uma ciclovia que rodeia todo o lago, a qual mede 270km. O Lago tem 540km2, e é alimentado principalmente pelo Rio Reno. Seu comprimento é de 74km e sua largura é de 16km. É um lago de águas limpíssimas, e os peixes que ele produz são de qualidade à toda prova! Eu já tive o prazer de degustar exemplares produzidos em suas águas, tanto do lado alemão quanto do lado austríaco, servidos num dos restaurantes que ficam à margem do Lago, no porto. Jamais me esquecerei quão bem-feito tinham sido preparados aqueles peixes! O pôr-do-sol visto a partir do Lago de Constância é fascinante!


É possível fazer passeios de barco deliciosos pelo lago, ou simplesmente ir às diversas cidades que o permeiam... Por exemplo, dar um passeio em Lindau, já do lado alemão, para o almoço e agradáveis comprinhas e voltar ao cair da tarde para Bregenz... para passear à beira do lago, tomar um café defronte ao teatro... Falar em teatro, você já ouviu falar no teatro ao ar livre, montado sobre as águas do Lago? Seus espetáculos são conhecidos mundialmente, e grandes nomes do "show biz" do mundo inteiro vêm todos os anos assistir às grandes produções que acontecem em Bregenz! Este ano está sendo exibida a obra de Verdi "AIDA".

Existem hotéis, pensões e chalés por toda parte, montanha acima. Este é o nosso preferido, onde ficamos há anos! Os preços não são exagerados, e se pode conseguir quartos com café da manhã por preços bem camaradas.
Da sacada se vê o lago lá embaixo. Em noites claras de lua, vê-se o reflexo prateado nas águas do Lago... romantismo puro!


Ao terraco do Pfänder Restaurant (vista perfeita do lado e da cidade de Bregenz, cozinha fantástica, local de fino bom-gosto, caro, mas sem igual!), vê-se Bregenz logo abaixo. É bem alto e distante, mas gracas ao zoom da Nikon de meu marido, a riqueza de detalhes nao foi poupada.
Maravilhoso subir as montanhas de carro, mas é possível também de bike. Basta ter pernas fortes! :) Todas as estradas são bem asfaltadas, mas sem acostamento ou muro de proteção. Melhor ir devagar, principalmente nas curvas. O negócio pega mesmo é quando chega o inverno, em que tudo fica branquinho! Mas as estradas recebem "tratamento especial" para que se possa circular de carro com segurança! Mas não se esqueçam dos pneus de inverno!

Na foto acima, um exemplo das montanhas do Pfänder no verão.
Aqui um exemplo já na primavera. Conforme a gente vai subindo, ainda se vê neve. Mas as estradas estão bem limpinhas. Observem o Lago de Constance ao fundo! Passeio de teleférico pelo Pfänder é uma atração turística... e um verdadeiro deleite! Eu me sinto tão bem, tão "livre" enqunato vou de uma montanha à outra! Dá vontade de levantar voo!
A Beleza das montanhas de Bregenz cobertas pela neve. Há estações de esqui na região, mas as mais badaladas ficam do lado suiço. Uma delícia sair do hotel logo depois do café da manhâ, passear pelas montanhas, e parar para descansar num dos diversos cafés/restaurantes espalhados pela montanha... Jamais me esquecerei de um inverno passado ali, em 96. Depois de um agradável e fatigante passeio, eu já com os pés começando a gelar, paramos num destes bares. Foi com gosto que tomei uma sopa de bolinhas de sêmola, com pedaços de carne de porco dentro e algumas ervas frescas! A coisa mais simples do mundo, mas a mais reconfortante!"

Obrigada, Bia, por incrementar esse blog com histórias lindas como essa. E você, quer participar também? Mande um email pra mim amamelo@gmail.com.

sábado, 3 de outubro de 2009

Contribuições de leitores

Queridos, ainda estou aqui e meu estoque de viagens para contar neste blog está longe de terminar. O problema é que estou há um mês longe da minha casa, meio que acampada num loft, porque a casa está em reformas. Então, estou um pouco incapacitada de blogar sobre viagens - a conexão daqui de casa é feita pelo celular, o negócio é precário.
Mas estou aqui para lançar um desafio: mandem para meu e-mail (amamelo@gmail.com) contribuições de vocês sobre viagens interessantes que tenham feito. E eu vou publicar aqui. Estou aguardando, viu?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Costa do Sauípe

Eu nunca tinha ido à Costa do Sauípe, na Bahia. Voltamos no dia 19 de setembro de lá e eu AMEI... Leia mais no meu blog pessoal http://esquisitadri.blogspot.com.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cumuru, para os íntimos

Pense numa cidadezinha com duas ruas... todas de terra. Pense num mar verde, caaalmo (apesar de a Sheila achar que é um 'mar revolto'), e quente. Uma piscina natural, quente e tranquila. Pense numas barracas de praia em que se pode dormir sob as castanheiras, sem ter que disputar sombra em guarda-sóis minúsculos. Uma praia em que não se disputa lugar para sentar, nem mesmo no Reveillon.
Essa é Cumuruxatiba, Cumuru para os íntimos, uma cidadezinha no litoral sul baiano, onde só se chega por estrada de terra. Já passei três reveillons em Cumuru, todos divertidíssimos, em que dividimos o aluguel de uma casinha simples, que chegava a ocupar umas 20 pessoas. Cumuru é um lugarejo minúsculo, e o mais impressionante é que os restaurantes são 5 estrelas, todos com comida elaboradíssima, deliciosa, mas com preço acessível. E no dia seguinte à bebedeira, o bom é curtir um Volta à Vida, uma beberagem cura-ressaca, na praia. Êta vida boa...
Agora, com filhos, acho que deve ser um lugar muito bom de levar as crianças: não tem problema de mar revolto, não tem problema de carros nas ruas.
O parque do Monte Pascoal, onde reza a lenda que foi a primeira visão dos portugueses de nossas terras "d'além mar", fica ali pertinho, a 110 km de Cumuru. Quando a gente pega um passeio de barco até a Ponta do Corumbau, um lugar divino, dá pra ver o Monte Pascoal do barco, assim como os portugueses. Essa ponta do Corumbau é linda, povoada pelos índios pataxós, mas o serviço de praia é muito precário, o lugar é completamente afastado de tudo... Pelo menos era, até a última vez em que eu estive ali, no reveillon de 2001 para 2002.
Outro passeio legal é até a Barra do Caí, praia distante 12 km de Cumuru. Da última vez, eu e alguns amigos fomos a pé, por isso, recomendo uma coisa para evitar micos: não faça como eu, faça esse passeio na maré baixa. Ponto final!
Serviço
Cumuru fica a 800 km ao sul de Salvador, depois de Porto Seguro. Dá para pegar um avião para lá e pagar transfer até Cumuru. Tem aeroporto (pequeno) também em Caravelas ou em Mucuri. De carro, vira-se em Teixeira de Freitas e pega-se uns bons quilômetros de estrada de terra até chegar a Cumuru. Uma vez, nosso carro quebrou em Cumuru bem na véspera da viagem de volta. Eu liguei para o seguro e, bem descrente, falei para o moço onde eu estava, no meio de Cumuru, longe de tudo, coisa e tal. Pois bem, o cara falou que o guincho chegaria dali a no máximo 53 minutos (ou algum número quebrado igual). Deitamos e relaxamos, claro que não acreditando naquela informação. De repente, menos de uma hora depois, escutamos o barulho característico do guincho chegando à nossa porta. I-NA-CRE-DI-TÁ-VEL! Parece história da Carochinha, mas só sei que foi assim.

sábado, 15 de agosto de 2009

Eu é que preciso de dicas...

Estou precisando de dicas para uma semana de férias, e já tenho passagem comprada para Salvador. Alguém aqui já foi à Costa do Sauípe? Vale a pena?

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Neusch o quê?

Eu sempre sonhava em conhecer o castelo Neuschwanstein, chamado o castelo de conto de fadas, LITERALMENTE. Ele foi construído na segunda metade do século 19, por um rei muito do metrossexual, o Ludwig II da Baviera, na Alemanha. As cidades mais próximas são Schwangau e Fussen, e fica bem ao sul do país, quase na fronteira com a Áustria. A chegada à região é um deslumbre: começam a aparecer os primeiros picos nevados e - de repente - castelos inacreditáveis em meio a essas montanhas. Magnífico. Ao lado do Neuschwanstein, um pouco abaixo, fica outro castelo, tão bonito quanto, o Hohenschwangau (vai ter nome difícil assim...), também do rei Ludwig.
O Neuschwanstein ao fundo.
A visita para os dois castelos é conjunta. Esperamos um guia que falasse inglês ou espanhol (acho que escolhemos o inglês). O nosso parecia um mordomo muito saído dum filme doidão: era um cara magro, esquisito demais, que falava muito estranho. Eu e Bruno ficamos a maioria do tempo só rindo dele.
O Hohenschwangau
Para subir ao Neuschwanstein, os turistas têm opções de ir com charretes ou andar uns 40 minutos no meio da floresta... opção deliciosa. As visitas têm hora marcada para acontecer, e o castelo é um templo do turismo na região: lotado de gente de todas as raças e línguas.
Nós, em frente ao Neuschwanstein

O legal é que não é só a arquitetura que é legal. Todo o ambiente que cerca os castelos foi escolhido a dedo. A natureza é deslumbrante, com direito a lago do cisne, montanhas nevadas, floresta e pedras. Simplesmente o máximo.
A vista do Neuschwanstein

Em Fussen fomos a uns barzinhos transados, tinha boates também. Comprei uma daquelas roupas que o povo usa na Oktoberfest, vocês acreditam que tem lojas e mais lojas vendendo aquele tipo de roupa? Muito fera!
Ficamos num hotel em Schwangau (fica tudo muito próximo, sei lá, 5 minutos de Fussen), muito bom e bem localizado, chamado Landhotel Guglhupf. Do teto do banheiro tínhamos uma vista para os castelos, uma comédia. Isso, claro, porque não quisemos pagar mais caro pela vista completa. Agendei pelo Booking.
Para quem quer caminhar pelas montanhas ou pedalar, o lugar é indicadíssimo. Eu não tinha tempo mas até que fiquei tentada a subir (ou melhor, descer) umas montanhas por lá.
Essa foi a última cidade que escolhemos para a Rota Romântica na Alemanha. Eu já falei sobre as outras duas, Wurzburg e Rothemburg ob der Tauber, aqui neste blog,

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Em cartaz, Natal e Pipa

Passamos a última semana divididos entre Natal e a Praia da Pipa, que fica a 70 km de lá. A viagem foi perfeita, o tempo estava ótimo, chovia às vezes, chuvinha de verão... Nem estava um calor insuportável, em outras palavras: perfeito.
Ficamos em Natal no hotel Natal Mar. É o primeiro hotel da Via Costeira, logo ao lado da Ponta Negra. É um hotel antigo mas que está muito bem conservado, tem uma vista linda e piscinas deliciosas de frente para o mar.
Eu e os meninos com o Morro do Careca ao fundo, em Natal. frente ao nosso hotel
A única coisa chata é que não tinha serviço de praia, nenhum guarda-sol na areia, então acordávamos, íamos para a praia, e lá para as 10 e meia, subíamos para a piscina, cercada de coqueiros. Era o céu para os meninos, que brincavam até não querer mais...
A vista do nosso quarto no hotel Natal Mar
Nos encontramos com Ugo, Carla e os filhos Luca e Enzo. Arthur amou brincar com o Luca, parecia que se conheciam há anos, uma gracinha. Fomos também ao Ma-noa, parque aquático na praia de Maracajaú, a 60km ao norte de Natal. O parque é uma de-lí-cia. As crianças, claro, amaram. Tinha tudo para eles, claro que não é do tamanho de um Beach Park, mas também não é tão caro e para criança é ótimo. Para adultos, tinha um daqueles escorregas imensos, que eu não tive coragem de encarar. Fui num toboágua muito gostoso. O bom é que ficava bem em frente ao mar, com serviço de praia mesmo. Super legal.
Léo descendo sozinho no Ma-noa

Arthur e Luca brincando de piratas no Ma-noa
A praia de Ponta Negra, que é o cartão postal de Natal, está muito decadente. Na orla, só uns restaurantes marromeno e um comércio em final de feira. Os melhores restaurantes, inclusive o famoso Camarões, ficam umas duas quadras acima. É lá também que tem um centro de artesanato bem legal.
Na quarta-feira, fomos para Pipa. Ficamos no Villas de Pipa, que são vários chalés com duas suítes cada, com piscina individual em cada chalé. Quer coisa mais perfeita para as crianças? Na sexta, Ugo e tchurma também juntaram-se a nós e no sábado até Julio e cia apareceram. Foi uma farra. Lá em Pipa tudo é muito transado mas recomendo que você fique perto do centro para poder esquecer o carro: dirigir naquelas ruazinhas estreitas é o ó. E no fim de semana, o trânsito fica feio. Fizemos um passeio de barco para ver os golfinhos, realmente vimos muitos golfinhos, foi lindo, mas sério, pelo menos metade do barco estava enjoando, inclusive eu e Léo. Fiquei com dó do meu menininho, pulamos em alto mar para fugir um pouco do enjoo, mas assim que voltamos ao barco, tudo voltou. ARgh.
Fomos também numa praia próxima a Tibau do Sul (a menos de 10km de Pipa), que lugar perfeito, descemos muuuuitos degraus (lá naquela região tudo são falésias, as praias não têm acesso tranquilo) e chegamos ao paraíso. Pena que fomos no fim da tarde, porque nesse dia choveu antes, e não deu tempo para ficar muito. Aliás, naquela região, cinco horas da tarde já é quase noite... Isso me deixa um pouco deprimida...
A praia próxima a Tibau do Sul
A família inteira em frente à falésia da praia do Amor, em Pipa
Ugo e Julio e companhia ficaram numa pousada deliciosa, em meio a muito verde, chamada Berro do Jeguy. Eu achei muito boa, o acesso é que não é bom, como era época de chuvas, estava tudo uma lama só, e com o Governo presente para completar, como se vê na foto abaixo (patético), aí a situação fica assim:

Natal e Pipa - não percam

Acabei de voltar de Natal e Pipa... A próxima dica será sobre essas duas fantásticas cidades...
Não deixem de conferir. Só para sentir o clima, olhe essa foto da praia de Pipa... Eita, saudade...

sábado, 11 de julho de 2009

Angostura de nuevo

Então, já falei aqui das minhas duas primeiras viagens a Villa la Angostura. Em 2006, eu e Bruno estudamos espanhol em Bariloche por 6 semanas. Foi maravilhoso porque pudemos ficar mergulhados na vida daquele lugar, o que nos encantou ainda mais. Como estudávamos durante a semana (e o Tutu ia ao jardín de infantes), só viajávamos nos fins-de-semana. Fomos duas vezes a Angostura naquele ano. Numa das vezes, estávamos com meus pais e minha cunhada Chris. Pegamos uma boa nevasca, bem no meio de outubro. Que delícia, pagamos mico no restaurante ao sair dançando na neve, subimos o Cerro Bayo e ficamos lá, eu, Bruno e Chris, brincando na neve, abestalhados, como bons brasileiros que somos...
Bruno e Chris, curtindo a neve, na Guardianes
A pousada em que estávamos era MUITO BOA. Era uma cabana, a Guardianes del Bayo. Quando entramos lá, minha mãe perguntou se era tudo nosso.
2006, a sala da Guardianes
Embaixo, uma sala transada, tudo em estilo rústico com madeira, uma cozinha totalmente equipada, uma mesa de jantar. Em cima, um quarto com dois beliches e um quarto de casal, com vista no teto para o Cerro Bayo (fica abaixo da entrada do cerro). Espetacular, recomendo muito...
Daí, esse ano, voltamos a Angostura, dessa vez: eu, Bruno, Tutu e Léo. Ainda foram a Aninha, o Alexandre e a Luísa, que na época não tinha nem um ano. Fomos em março, pegamos verão e eu simplesmente AMEI poder andar de bermuda, poder aproveitar bosques e lagos sem ter que colocar luva, gorro e cachecol. Claro que de noite fazia friozinho, mas era básico, algo como dez graus. Ficamos numa cabana que ficava ao lado da Guardianes, e eu sempre namorava... A Cabañas La Estancia. Ela é muito parecida com a Guardianes, cada uma deve ter umas 6 cabanas, as duas têm piscina e parque. A nossa "casa" em La Estancia tinha dois quartos, sala, "piscina de hidromassagem" em um dos banheiros, cozinha toda equipada, sala de jantar. E tudo numa construção muito bem transada. A única diferença é que na La Estancia tem um jardim gigante, que os meninos passavam o dia correndo para lá e para cá.
Cabañas La Estancia
Dessa vez, por causa do verão, tivemos a oportunidade de velejar no Nahuel Huapi. Foi um passeio curto, de umas 3 horas, mas uma delícia. Os meninos dormiram, acordaram, dormiram de novo.

Também comemos num restaurante bem chique, o Las Balsas, em frente ao Lago. O preço foi salgado, e a comida nem é tão boa e o prato é tão mal servido... não recomendo não.
Temos muitas outras opções bem gostosas em Angostura... Eu adoro a Cervecería Australis, que fica na estrada, a uns 2km do centro. Adoro comer perto do porto de Villa.
Cervecería Australis
Bom, gente, Villa la Angostura fica a 80 km de Bariloche. É uma opção para quem quer passar momentos mais tranquilos, porque a cidade é minúscula. Eu adoro.
Em Angostura há restaurantes e bares muito bons, apesar do tamanico da cidade. Não há a mínima necessidade de sair de lá para comer bem.