segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O paraíso do litoral sul catarinense

E depois de uma semana em Floripa, eu, Bruno, Léo e Arthur fomos pro litoral sul catarinense. Mais especificamente, pra Praia do Rosa, a pouco mais de 100 km de Floripa. E daí eu comecei a entender por que se fala tão bem daquela região.

A vila da Praia do Rosa é uma vila cercada de Mata Atlântica por todos os lados. Ficamos na deliciosa Pousada Casa do Ceo, e meu quarto parecia uma casa na árvore, eu abria a janela e me deparava com um verde sem fim. Pergunta se eu fiquei feliz.DSC04190IMAG0551

Além disso, a dona da pousada, dona Nenê, é uma mineira muito simpática, servia chá da tarde e sempre encontrava um jeito de dar mais uma fornada de pão de queijo para o Léo e Arthur. O momento do chá da tarde (às 6 horas), nos dias em que a gente conseguia chegar da praia a tempo, era uma confraternização total com os outros hóspedes e os donos. Sério, me senti em casa lá. E o Léo ficou superamigo da neta da Nenê, a bela Isabella, que vai fazer 4 anos “in England”. Além disso, a Nenê era super solícita e marcava jantares para nós nos restaurantes super transados da cidade, onde comemos e bebemos super bem.

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A PRAIA DO ROSA

DSC04121A gente chega na praia do Rosa descendo o morro a pé. Ou estacionando o carro num canto da praia. É considerada uma das mais belas baías do mundo e eu acredito, acredito, acredito. Com morros dos dois lados, a praia tem um mar forte, lotado de surfistas, e gelado.

Mas.... tchan tchan tchan tchan: tem uma lagoa morninha e limpa bem no meio da praia. Ou seja, você acha que nós e os meninos ficamos onde: na lagoa calminha e quente, vendo peixinhos e andando de caiaque? Ou morrendo de frio nas ondas fortíssimas do mar? Ganha um doce quem responder.

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GUARDA DO EMBAÚ

Essa é uma praia que sempre viveu no meu imaginário. Sempre ouvia falar da lindeza do lugar, o que foi ainda mais aguçado com o pessoal do In Natura, grupo musical de quem eu sou fã, que sempre fala do lugar nas letras das músicas.

Então fomos pra Guarda. Chegamos na hora do almoço numa chuuuuuuva. Almoçamos num restaurante muito bom, o Seacoquille. Quando saímos de lá, o sol brilhava. O céu estava azul. Tudo para que o cenário fosse o mais lindo para nos receber com a fantástica visão da Guarda. Pagamos os 4 reais do barqueiro, atravessamos o rio e estávamos lá, na praia, de um lado um morro coberto de Mata Atlântica, depois o riozinho com barquinhos coloridos, a praia e ao fundo as dunas. É lindo mesmo, viu gente? As músicas e a fama não estavam exagerando.

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Já Valeu – In Natura
E é só me chamar que eu vou no seu compasso
Me leva nas curvas do rio
Rumo ao encontro do mar
Uma paradinha 'the flash' lá na praia da Guarda
Brincar de bola na areia e correr na beira da praia

FERRUGEM

Quando chegamos à praia da Ferrugem, que fica entre o Rosa e Garopaba, o sol já estava baixando. Eu desci do carro com o Bruno e Léo e fiquei embasbacada: dezenas, centenas de tribos de jovens (me sinto velha falando assim) deitados na areia. Nunca me senti tão velha, me lembrou os tempos da UNB, não tinha ninguém com mais de 25 anos na praia, e nenhuma, NENHUMA criança (fora o Léo)! Um peixe fora dágua estaria mais à vontade do que eu ali...DSC04201

Mas o Bruno não se deu por rogado. Pegou o carro e fomos para o outro lado da praia. Aí sim. Um rio da cor de ferrugem corria rápido ao encontro do mar. Os meninos logo correram para entrar na correnteza e se divertir descendo o riozinho, que não era morno, mas era muito menos gelado que o mar. Os carros andam pela praia ali, e as famílias montam seu barraco. Tem picolé e choripan. Mais família, impossível. No dia seguinte, o Léo já acordou querendo ir pra lá de novo. E fomos.DSC04204

PRAIA DA TEREZA

Se não fosse pelos melhores amigos dos meninos da escola, nunca teríamos conhecido a praia da Tereza. Não porque não seja bonita, ela é linda. Mas é totalmente isolada, perdida no mapa. Não consta dos guias turísticos.

Foi assim: os pais do Miguel (o amigo do Léo) e Jana (amiga do Arthur) nos disseram que estariam ali em janeiro. Então decidimos ir visitá-los. Eles nos deram apenas indicações de como chegar lá, simplesmente porque lá as casas não tem endereço. Dirigimos até Laguna, uma bela cidade histórica ao sul da Praia do Rosa, pegamos uma balsa, andamos um pouquinho na estrada de terra, seguimos as indicações e pronto: chegamos a uma baia linda, sem restaurantes, pousadas, picolés ou choripan. Mas com a casa de nossos amigos bem na beira do mar. E os meninos nos recebendo pulando de alegria na varanda. E os adultos nos recebendo com um bom papo e cerveja gelada. Bom demais. Pra que querer mais?

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E a coincidência das coincidências: Andrea, minha amiga de muitos anos lá do TRF, também tem uma casa na mesma praia! A praia que tem umas 30 casas tem duas casas de pessoas conhecidas nossas, de Brasília! Fui também visitar a Andrea e saímos felizes da Praia da Tereza. Praia de amigos.

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Seguindo o caminho que passa pela praia da Tereza, chega-se ao Farol de Santa Marta. Nós não fomos lá, mas disseram que é um local belíssimo também.

Com isso, o litoral sul catarinense me conquistou. Fiquei totalmente embasbacada de ver praias preservadas, surfistas demais, dunas como as do Siriú, onde ficamos nos divertindo vendo a galera se estabacar no esquibunda. As dunas de Santa Catarina são diferentes das do nordeste: a gente não queima o pé, não morre de calor para subir e se diverte muito também. Tudo isso, cercado pelo verde da Mata Atlântica.  Essa é a receita. Só indo lá para saber o porquê da nossa cara feliz!

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domingo, 15 de janeiro de 2012

Bela e Santa Catarina

Meu 2012 começou molhado, de chuva e de mar, cercada de minha família e de muuuuitos amigos queridos. Podia ser melhor?
Chegamos em Floripa no dia 30 de dezembro. Uma VERDADEIRA GALERA estava conosco nessa viagem. Ficamos todos em Canasvieiras, todos hospedados a poucos passos um dos outros e sempre em frente à praia. Alguns alugaram apartamentos, outros, como nós, ficaram em pousadas, mas nos encontrávamos todos os dias, o dia inteiro. Fomos eu, Bruno, Arthur e Léo, mais vários amigos pra lá de queridos que juntos contavam 12 crianças, 2 adolescentes e os adultos que eu desisti de contar.O aniversário chuvoso do Xis
No dia 31, aniversário do Xis, um churrascão chuvoso no maravilhoso quintal do prédio dele, em frente ao mar de Canasvieiras. A chuva não conseguiu diminuir a farra e a felicidade dessa galera, contente de se encontrar. Mas não PAROU DE CHOVER UM MINUTO SEQUER, uma coisa impressionante.
No réveillon, ainda descemos para a praia no meio da chuva pra ver um pouquinho dos fogos e pedir a proteção de Yemanjá, ou o santo que seja.
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Passamos o resto da semana em Canasvieiras. Exceção para o dia 1º, em que fomos almoçar num restaurante em frente a praia de Jurerê Internacional, e demos sorte de que o sol abriu bem naquela hora, assim podemos ver os primeiros raios solares de 2012 devidamente instalados em frente ao mar, tomando cerveja. Jurerê é realmente estilosa, a galera que passeia por lá é realmente bonita, e ninguém parece preocupado se vai dar praia ou não, a galera quer mesmo é desfilar. A nossa galera, barracuda como só nós mesmos, devia assustar a patriçada de lá.
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Não saímos de Canasvieiras por duas razões: Floripa, no verão, vira um engarrafamento gigante. O outro motivo é que não existem táxis em Canasvieiras. Isso mesmo, acredite se quiser, no ponto de táxi nunca tinha táxi, o hotel só conseguia chamar remises que cobravam praticamente o dobro do preço de uma corrida. Um dia, a gente foi jantar num restaurante um pouco distante, e não achamos táxi de jeito nenhum. O jeito foi pedir carona pro Xis, colocar 7 crianças no carro, além de 3 adultos, e irmos os outros andando até a casa.
Ouve-se mais espanhol que português em muitos lugares de Canasvieiras. Os argentinos, uruguaios e paraguaios lotavam casas e as praias. Não sei se por isso, ou apesar disso, não encontrei nenhum restaurante estiloso no bairro, nada que merecesse mais do que a simples vontade de jantar.
Todos os dias na praia, levávamos nossas cadeiras, barracas, cangas e crianças e armávamos o barraco. O sorveteiro era presença constante e querida. O carrinho do choripan também fez sucesso incrível!
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Depois de uma semana em que nos divertimos muito, eu, Bruno, Arthur e Léo nos despedimos de nossos amigos e mudamos de praia. Fomos para o litoral sul catarinense, lugar ESPETACULAR, de uma natureza abençoada. Nosso point era a Praia do Rosa. Mas isso é história para outro post.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Paraíba, Mussulo e crianças

Semana passada, passei cinco dias na Paraíba, com o Bruno e os meninos, acompanhada de nossos amigos e (bons) companheiros de viagem Ugo e Carla, com os filhotes Luca e Enzo (superamigos dos meus).
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Pergunte se foi bom? Ficamos num resort all inclusive, o Mussulo, que não fica em João Pessoa, mas no município de Conde, a 30 km, a uns 5 km da praia de Tabatinga. Isso mesmo, o resort não é “pé na areia”, mas conta com um serviço de vans que levam e trazem o turista para o posto avançado do hotel na praia. Lá na praia o serviço também é All Inclusive.
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O ambiente do hotel é bem agradável, ficamos em bangalôs super espaçosos, parece uma cidadezinha do interior. Cada bangalô tem dois quartos, sala e cozinha. Super confortável também.
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Nesse esquema de all inclusive as crianças se fizeram. Comeram tanto picolé que não tinha pra ninguém, um dia o Luca bateu o recorde de 10 picolés numa manhã. Afinal, o esquema era abrir o freezer e comer.
A piscina do hotel era maravilhosa e os animadores infantis bem atenciosos. De vez em quando os meninos davam um tempo para os pais descansarem e ficavam no clubinho. De noite, sempre depois do jantar, eles iam brincar e, nós, os adultos, ficávamos conversando num lounge super agradável. Até dançamos forró um dia.
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Os hotéis all inclusive têm um problema: a gente pouco sai de lá. Mas ainda deu tempo de ir a praia de Coqueirinho, que fica bem próxima à praia do hotel, pra mim uma das melhores da Paraíba. Lá, encontramos meus sogros que estavam pela Paraíba também. Eu encontrei meu primo Julinho e conheci sua linda (e índia) família, Elayne, Iuri e Ierê. Depois ainda fomos na aldeia em que meu primo mora e onde faz passeios turísticos, mas esse post está no meu blog pessoal, o Esquisitice.
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